Korreto — preços e ficha
Modelos M, G e GG, preços por peça, medidas, canaletas e o que a venda inclui.
Guia prático · construção com tambor
Se você planeja flutuante com tambor de 200 litros — muitas vezes de reuso —, este texto é para você. Sem panfleto: o que funciona e o que costuma dar errado.
Quem pesquisa flutuante de tambor ou como fazer um flutuante com tambores quase nunca está comparando marcas. Quer construir com o material que conhece e o orçamento que tem. O tambor resolve em vários casos — e falha em outros. Abaixo: o método em termos gerais, a lógica da quantidade, o que costuma dar errado e, só depois, a alternativa em polietileno.
Método
O princípio se repete em quase toda montagem caseira: os tambores ficam sob um estrado de madeira, presos a barrotes ou caibros, com o peso do deck e de quem sobe distribuído ao longo do vão — não em um único ponto.
Na prática: define o tamanho do estrado; posiciona os tambores por baixo, em fileiras; amarra, encaixa ou prende cada um à estrutura (cinta, arame, berço de madeira — o método varia); fecha o estrado por cima. A plataforma sobe e desce com o nível da água, sustentada pelo ar dentro dos tambores.
O que importa mais que o “como prender” específico é o peso bem espalhado. Peso num canto: aquele tambor afunda mais e o deck inclina. Estrutura fraca: o estrado cede entre os apoios. Amarração frouxa: o tambor escorrega ou gira com o movimento da água.
Não publicamos bitola, espaçamento nem quantidade por metro quadrado — isso depende da madeira, do uso e do local. O que vale copiar de quem já montou: distribuir, prender de verdade e não confiar só na flutuação “no papel”. Flutuante de tambor bem feito é estrado sério com flutuação por baixo, não bombona solta.
Dimensionamento
Não existe tabela mágica. O raciocínio é: peso total previsto (estrutura + pessoas + o que mais for) dividido pela flutuação que os tambores entregam de verdade no arranjo montado — com margem de sobra. A água não perdoa o “deu certinho na planilha”.
Um tambor de 200 litros fechado e sem água empurra com o volume de ar que tem. Na montagem real, parte fica acima da linha d’água, madeira e amarração pesam, e uso seguro não é empilhar gente até o limite teórico. A quantidade certa é a do seu projeto: tamanho do deck, lazer esporádico ou casa em cima, variação de nível da margem.
Se a dúvida for “quantos cabem no orçamento” em vez de “quantos o peso pede”, o flutuante nasce apertado. Melhor sobrar flutuação. Sem fórmula inventada aqui — peso previsto versus flutuação disponível, com margem; projeto sério pede conversa com quem entende de estrutura na água.
Problemas reais
Quem já manteve flutuante de tambor conhece a lista. Sem prazo inventado nem preço de troca — o padrão se repete.
1. Ferrugem no metálico. Tambor metálico é de aço, e aço na água enferruja: água e sol comem a chapa. O buraco começa pequeno; a entrada de água, não. Não é opinião de quem vende outra coisa — é o material.
2. Tampa e batoque. Metálico ou plástico: a vedação é o ponto fraco. Falhou, o tambor deixa de flutuar e vira lastro.
3. Água que entra de um lado só. A falha raramente é simétrica. Um tambor cheio puxa a fileira, o deck inclina, o peso corre para o lado alto — e piora sozinho.
4. Amarração que afrouxa. Ondulação, vento, gente andando: o que parecia firme escorrega; tambor solto roda e esfrega.
5. Peso desigual e acabamento irregular. Tambores de reuso chegam em estados diferentes; o deck fica torto e a carga empurra para onde não deveria.
Nada disso diz que todo flutuante de tambor é desastre. Diz que inspeção e manutenção fazem parte do projeto — e que isso precisa entrar na conta antes, não depois.
Medida a medida
A resposta curta, antes da tabela: se o flutuante é pequeno, de lazer esporádico e você aceita inspecionar de vez em quando, o tambor de 200 litros resolve. Se a estrutura fica na água o ano todo, tem construção em cima ou leva família e carga, o gasto sai da compra e vai para a manutenção. Esta seção é para você identificar em qual dos dois casos está o seu projeto — e as duas respostas são respostas.
Primeiro as medidas, que é o que dá para conferir sem acreditar em ninguém. O tambor de 200 litros é padronizado dentro de uma faixa estreita: o metálico fica em cerca de 92 cm de altura por 62 cm de diâmetro e pesa por volta de 15 kg vazio; a bombona plástica, cerca de 89 × 59 × 59 cm e 10,2 kg. Varia alguns centímetros conforme o fabricante.
| Medida | Tambor metálico 200 L | Bombona plástica 200 L | Korreto M | Korreto G | Korreto GG |
|---|---|---|---|---|---|
| Dimensões | ~92 cm alt. × 62 cm diâm. | ~89 × 59 × 59 cm | 180 × 61 × 60 cm | Proa 84 × 70 × 70 cm Meio 180 × 70 × 70 cm |
Proa 148 × 130 × 100 cm Meio 127 × 130 × 100 cm |
| Peso vazio | ~15 kg | ~10,2 kg | 22 kg | Proa 10 kg · Meio 30 kg | 44 kg |
| Formato | Cilindro — rola, e o vão entre um e outro se perde | Bloco, com canaleta moldada para o barrote: M 7 × 8 cm · G 7 × 4 cm · GG 11 × 6 cm | |||
| Capacidade | Depende do estado de cada tambor — reuso não é padronizado | 320 kg (uso seguro 180 kg) |
650 kg (uso seguro 325 kg) |
950 kg (uso seguro 475 kg) |
|
Capacidade é por peça e não se soma no papel: o resultado depende da distribuição de peso, da estrutura e dos materiais aplicados. Medidas de tambor conforme catálogo de fabricantes; variam alguns centímetros entre marcas.
O que essas medidas dizem. Deitado sob o estrado — que é como se monta — o tambor ocupa cerca de 90 cm de comprimento e 60 cm de largura, e entrega cerca de 60 cm de altura. A peça Korreto M mede 180 × 61 × 60 cm: mesma largura, mesma altura e o comprimento de dois tambores deitados em fila — só que num corpo só, sem o vão que sobra entre dois cilindros e sem duas amarrações para conferir.
É aritmética de medida publicada, não promessa: confira você mesmo. O que ela não diz é quanto cada um flutua — capacidade depende de estado, vedação e montagem, e é por isso que a tabela acima traz capacidade só onde existe número de fábrica.
E o que a nossa peça tem de desvantagem, já que a tabela seria enviesada sem isto:
Frete. Peça grande e volumosa, frete não incluso e calculado por região. Tambor você acha perto de casa; flutuador vem de fora.
Reposição. Precisou de uma unidade, é o preço cheio da tabela. Tambor avulso é fração disso.
Encaixe no que já existe. A canaleta serve ao barrote, mas só se as medidas conversarem com o estrado que você já montou. Às vezes não conversam.
Manuseio. A peça GG pesa 44 kg e o Meio do G, 30 kg — contra 10 a 15 kg de um tambor vazio.
O que não muda entre os dois. Estes quatro itens valem igual nas duas escolhas, e são os que mais estouram orçamento:
A estrutura é sua nos dois casos. Madeira, barrotes, parafusos, conexões, deck e mão de obra não entram: a venda é só as peças Proa e Meio.
O peso continua tendo que ser distribuído. Flutuador bom não conserta estrado fraco nem carga concentrada num canto.
Frete não está incluso e muda com a região.
Não emitimos laudo técnico para documentação de motorização.
Escolha honesta
Com todas as letras: em vários projetos, o tambor de 200 litros é a resposta certa.
Deck pequeno de lazer, ponto de pesca, plataforma sem construção em cima. Uso provisório — obra temporária, temporada, teste de layout antes do projeto definitivo. Uso esporádico — poucas vezes por ano, com disposição para inspecionar e trocar o que falhar. E se você já tem os tambores em bom estado e a estrutura está sã: troque quando começarem a falhar, não porque um site disse.
Nesses cenários, empurrar polietileno como “obrigatório” é desonesto. O tambor resolve. Faça bem feito, inspecione, e não finja base permanente se não for.
Limite do método
O ponto de virada não é metro quadrado mágico. É o tipo de uso.
Uso contínuo — estrutura na água o ano todo (píer, deck permanente, apoio de trabalho): manutenção vira rotina. Construção em cima — casa de lago, quiosque, peso permanente: aí o problema não é a boia, é que trocar a base debaixo de obra pronta custa muito mais do que fazer certo antes. Segurança em jogo — família, muita gente, balsa de carga: falha deixa de ser transtorno e vira risco.
Se você já vive o ciclo de achar vazamento, rearmar e substituir, o “barato” do reuso virou trabalho. A pergunta deixa de ser “quanto custa a boia” e passa a ser “quanto custa continuar remendando o que sustenta a obra”.
Quero calcular a troca no WhatsApp Ver preços por peça
Também dá para estimar quantidade na calculadora da home antes de abrir o chat.
Outra base
Existe flutuador feito para isso: peça em polietileno de alta resistência, linhas Korreto M, G e GG, com Proa (extremidades) e Meio (amplia o comprimento). No M as duas peças têm a mesma medida; no G e no GG mudam dimensão, peso e preço — vale conferir antes de fechar a conta.
O investimento inicial é maior. A peça mais barata é a Proa do G, R$ 1.039,90 + frete; o M sai por R$ 1.189,90 e o Meio do G, por R$ 1.549,90. Como um projeto usa 2 Proas e vários Meios, faça a conta pelo Meio, não pelo piso da tabela. Valores completos em /precos e ficha em /korreto. Incluso: só Proa e Meio. Não incluso: estrutura, madeira, parafusos, conexões, montagem e instalação.
Capacidade por peça: M 320 kg (uso seguro 180 kg); G 650 kg (uso seguro 325 kg); GG 950 kg (uso seguro 475 kg). O resultado final depende da distribuição de peso, da estrutura e dos materiais. Layout: a largura manda nas fileiras; o comprimento, em quantas peças Meio entram entre as Proas.
O que muda na conta: sair do ciclo de remendar o que sustenta a obra. Não afirmamos prazo de vida útil — não temos essa fonte. Orçamento: WhatsApp (16) 98233-5505.
Quem já tem flutuante
Pergunta de quem já montou o estrado. Resposta curta: às vezes sim — depende do desenho e do estado da madeira.
As peças Korreto têm canaleta para o barrote: M 7 × 8 cm, G 7 × 4 cm, GG 11 × 6 cm. Se barrotes e vãos conversam com essas medidas (ou dão para adaptar sem enfraquecer o estrado), a troca é realista. Se o encaixe atual é só amarração em tambor redondo, forçar peça nova em desenho velho costuma virar gambiarra.
Sem checklist universal. Mande medidas, fotos por baixo e o uso no WhatsApp — avaliação caso a caso.
Dúvidas de quem usa tambor
O plástico evita a ferrugem do metálico. Mas reuso de plástico também falha: tampa e batoque, corpo amassado, amarração que escorrega, água que entra. Nenhum dos dois é flutuador de obra permanente. Importa mais o estado, a vedação e se o uso é provisório ou contínuo.
Dá para montar, mas o comportamento fica desigual: o tambor envelhece e pode encher de um lado; a peça de polietileno não segue o mesmo ritmo. Trate mistura como provisório e planeje uniformizar. Caso a caso: WhatsApp (16) 98233-5505.
Pela medida, que é o que dá para conferir: um tambor deitado sob o estrado ocupa cerca de 90 cm de comprimento por 60 cm de largura, e a peça Korreto M mede 180 × 61 × 60 cm — o comprimento de dois tambores deitados em fila, na mesma largura e altura. Equivalência de flutuação é outra conta: depende do estado do tambor, da vedação e de como o conjunto foi montado, e não estimamos isso aqui.
Não há regra única. No provisório, às vezes troca-se só o que falhou. No uso contínuo, troca parcial costuma deixar peso desigual. Medidas e fotos no WhatsApp ajudam a avaliar.
Depende do uso e da região — não inventamos norma aqui. Lazer simples sem motor é conversa diferente de balsa motorizada. A Korreto não emite laudo para documentação de motorização. Com motor ou exigência local: Capitania dos Portos e profissional habilitado.
Próximo passo
Largura, comprimento, uso (lazer, píer, casa, balsa) e cidade. Se já tem flutuante de tambor, fotos da estrutura por baixo ajudam.
Sem pressão. Se o tambor ainda é a escolha certa, diga. Se a conta pende para polietileno, fechamos modelo e peças Proa/Meio — frete sob consulta. brasilflutuantes.com.br · WhatsApp (16) 98233-5505.
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Tabela M, G e GG e exemplos de conta — frete sob consulta.
Carga em movimento, escolha de linha e o que muda quando há motor.
Geometria estreita e comprida, nível da represa e amarração à margem.
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